11/10/2021 às 15h53min - Atualizada em 11/10/2021 às 15h53min

Minas Gerais aprova retorno de 100% dos alunos às salas de aula

Regras já estão valendo

Estado de Minas

Anteriormente, a capacidade permitida era de 50%. Portaria também permite que transporte escolar receba todos os estudantes.


A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) aprovou, nesta última sexta-feira (8/10), que salas de aula possam receber 100% dos alunos, assim como em veículos que operam no transporte escolar. Antes, a capacidade autorizada era de 50%.


A regra não vale apenas para escolas, mas, sim, para todos os espaços de ensino.

 

O aval foi dado pelo Centro de Operações de Emergência de Saúde (Coes), ligado à pasta estadual, que, apesar de ter flexibilizado as regras, pregou o distanciamento de 90 centímetros entre os alunos em ambientes escolares. Além disso, o uso de máscara e demais medidas de proteção seguem obrigatórios.

 

Objetos eletrônicos, que não podiam ser compartilhados, agora podem ser utilizados de forma universal. Também foi autorizado o fim da quarentena de livros para empréstimos em bibliotecas, desde que os itens sejam higienizados.

 

As regras já estão valendo, segundo a SES-MG, cabendo apenas às instituições de ensino a adequar as regras.

 

Cenário em queda
 

A nova versão do protocolo foi produzida com base nos números da COVID-19 em Minas Gerais, que estão em queda. A vacinação também foi levada em conta, uma vez que mais de 50% dos mineiros já completaram o esquema de imunização.


"O cenário epidemiológico apresenta, hoje, alguns fatores importantes como a vacinação dos trabalhadores da educação e da população em geral, a aplicação dos imunizantes em adolescentes de 12 a 17 anos, a redução da incidência de casos, óbitos e internações, inclusive com queda das taxas de ocupação de leitos", afirmou a coordenadora do Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs-Minas), Eva Lídia Arcoverde.

 

Eva Lídia também destacou que a transmissão por objetos é secundária, devido a novas evidências, e que por isso foi liberado o uso de livros sem a necessidade da quarentena, além do sinal verde para o compartilhamento de objetos eletrônicos, como computadores e tablets.


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