No estado de Minas Gerais são ao todo 440 cidades mineiras nesta situação (51,6%).
A análise se limita aos desempregados, informais e autônomos que solicitaram a ajuda financeira pelo aplicativo da Caixa Econômica Federal após a chegada do coronavírus. Não inclui, portanto, os socorridos desde antes de abril pelo Bolsa Família e demais pagamentos do Cad Único (Cadastro Único para Programas Sociais), incorporados ao Auxílio durante a pandemia.
Os profissionais de carteira assinada não têm direito ao benefício, separando assim os trabalhadores em dois grupos distintos. Os números apresentam um novo retrato sobre a informalidade, além da alta dependência econômica dos municípios em relação aos empregos e gastos públicos.
RETRATO DO INTERIOR
Segundo os últimos dados consolidados pelo Ministério e pela CGU, Minas Gerais registrava em julho um total de 3,9 milhões de postos formais. Enquanto isso, 1,8 milhão de desempregados, informais ou autônomos receberam o benefício emergencial criado especialmente para amenizar os prejuízos causados pelo coronavírus.
A análise mais detalhada, no entanto, revela que 50% dos contratados em regime CLT estão concentrados em apenas 14 grandes cidades. A outra metade dos empregos está espalhada pelos demais 839 municípios do Estado, onde vivem dois terços da população.
Com informações: O Tempo